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Palma: sete acusados na sequência de protesto contra o turismo

Responsável pelo conteúdo: Frank Menze

Sete participantes no protesto contra o turismo, realizado a 26 de julho em Palma de Maiorca, estão a ser investigados pela Polícia Nacional por desordem pública e danos materiais. A plataforma «Menys Turisme, Més Vida», que organizou o protesto contra a sobrecarga turística, rejeita as acusações. Acusa as forças policiais de quererem desviar a atenção da sua própria atuação violenta.

Archivo - Cargas policiales durante una manifestación contra la saturación turística, a 26 de julio de 2026, en Palma de Mallorca, Islas Baleares (España).
Europa Press

O porta-voz Dani Comas declarou que os confrontos resultaram da presença da polícia de intervenção, e não de manifestantes pacíficos. A plataforma afirma ainda que o processo tem decorrido, até agora, com pouca transparência.

Polícia entrega relatório ao tribunal

Segundo fontes conhecedoras do caso, a Polícia Nacional já enviou o seu relatório à autoridade judicial competente. Esta dará seguimento à investigação e decidirá se convoca os sete manifestantes identificados.

A investigação à atuação dos agentes está a cargo da Direção Superior da Polícia em Valência. É dela que dependem os agentes da Unidad de Intervención Policial, a polícia de intervenção, destacados para o local.

Organizadores preparam ação coletiva

Comas criticou a transferência da investigação para Valência, que poderá atrasar o processo e fazer com que os responsáveis fiquem impunes. Segundo os organizadores, continuam a tratar dos procedimentos necessários para apresentar uma ação coletiva contra a atuação policial.

Fonte: Europa Press / Mallorca.com