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Como lidar com gatos vadios: as Baleares e a nova lei de proteção dos animais

No meio das paisagens pitorescas e das comunidades animadas Mallorcas, há uma luta silenciosa pela sobrevivência da população de gatos sem lar da ilha. Com a entrada em vigor de uma nova lei de proteção dos animais nas Baleares, os municípios enfrentam uma tarefa decisiva: garantir o bem-estar dos gatos vadios. Em vigor desde o final de setembro, esta lei prevê um plano abrangente para os municípios: capturar, identificar, esterilizar e vacinar os gatos vadios. No entanto, há preocupações quanto aos custos envolvidos.

O apelo da "FELIB" à ação

Gatos vadios MallorcaEm resposta à crescente preocupação, a Federação das Autarquias Locais das Baleares (FELIB) apelou urgentemente à realização de uma reunião. O objetivo é reunir várias entidades e presidentes de câmara para enfrentarem em conjunto os desafios da nova legislação e encontrarem soluções práticas. A nova lei estabelece uma base legal para gerir as populações de gatos que vivem em liberdade. Incluem-se também os gatos abandonados, perdidos ou nascidos de outros gatos não esterilizados. Em particular, introduz o conceito de «gato comunitário» para os gatos vadios ao cuidado de pessoas, reconhecendo que, devido à falta de socialização, não podem ser adotados.

Medidas graduais para reduzir a população

Um dos aspetos centrais da lei é a redução gradual da população de gatos vadios. Esta medida é acompanhada da aplicação da obrigação de esterilizar os gatos domésticos, um passo importante para controlar a população. Os municípios passam agora a assumir tarefas abrangentes, desde o mapeamento e a contagem dos gatos vadios até à sua identificação com microchips, esterilização, desparasitação e vacinação. Além disso, a câmara municipal desempenha um papel fundamental na fiscalização e punição dos detentores de animais que negligenciem a esterilização dos seus gatos.